Dificultar a adesão na origem custa menos do que remediar depois, e mantém o desempenho hidrodinâmico ao longo do ciclo.
O sistema convencional controla a incrustação pela liberação gradual de substâncias na água, consumindo-se ao longo da operação.
Não há liberação de biocida. A baixa energia superficial e a baixa fricção dificultam a fixação, e a aderência residual é liberada pelo movimento da água.
A rugosidade progride ao longo do ciclo e o arrasto acompanha.
O contato com a água ativa a nanotecnologia de baixo atrito ao navegar.
Menor arrasto total, desempenho hidrodinâmico estável e ganho financeiro mensurável.
Casco, histórico de docagem, revestimento anterior e dados de consumo.
Mapeamento de áreas, condições, riscos e viabilidade de aplicação.
Definição do esquema adequado a cada superfície.
Equipe qualificada, controle de lote, condições ambientais, DFT e registro de desvios.
Comparativo antes e depois: economia, emissão evitada e payback.
Selecionamos o ativo, estabelecemos o baseline de consumo, executamos a aplicação sob controle de qualidade e medimos o resultado. A decisão de escalar é sustentada por dado.
Descreva o cenário: embarcação, perfil de operação e janela de docagem prevista.
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